Ao longo das últimas duas décadas, os governadores do Partido dos Trabalhadores imprimiram um ritmo acelerado de desenvolvimento em Paulo Afonso e região. De Jaques Wagner a Rui Costa, até chegar a Jerônimo Rodrigues, cada gestão deixou marcas concretas em áreas essenciais como saúde, educação, infraestrutura e segurança pública.
Mas os que dizem, “é pouco”. Esses são os que ou não passaram pelo abandono das administrações de direita ou que buscam esconder o passado em que a cidade vivia esquecida e que só após 1985, ele se integrou a Bahia com Zé Ivaldo na prefeitura. E olha que não foi fácil! Só quem viveu de perto sabe o quando o chicote doía e não se podia reclamar. Paulo Afonso deve aquela juventude que ocupou o poder e mudou a história da cidade.
Foi Jaques Wagner governador que inaugurou em 2007 a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), com R$ 2,4 milhões aplicados, fortalecendo a rede de proteção às mulheres. Também entregou conjuntos habitacionais, como o Residencial Celidone de Deus, com 200 unidades e R$ 12 milhões investidos. Sua gestão foi responsável pela implantação do Samu, do Corpo de Bombeiros, da Farmácia Popular e do Restaurante Popular, além da conclusão da pavimentação da BR-110. Reformas em escolas e universidades, como os Cetepi I e II e o pavilhão de aulas da Uneb, ampliaram o acesso à educação e reforçaram a estrutura acadêmica.
Já com Rui Costa, consolidou-se avanços na saúde com a inauguração da Policlínica Regional em 2019, um investimento de R$ 22 milhões que ampliou o atendimento especializado para toda a região. Foram entregues 13 ambulâncias para a região, avaliadas em R$ 1,2 milhão, e sistemas de abastecimento de água que beneficiaram comunidades locais. Em 2022, devolveu voos comerciais ao Aeroporto de Paulo Afonso, fortalecendo a mobilidade, o turismo e a economia. Sua gestão também reformou escolas, contratou professores e ampliou a rede de ensino, com destaque para a reforma do Colégio Quitéria Maria de Jesus.
E com Jerônimo Rodrigues, o Partido dos Trabalhadores, iniciou a gestão com investimentos robustos e diversificados. Renovou leitos no Hospital Nair Alves de Souza, aplicando R$ 4,3 milhões, e destinou R$ 45,5 milhões para sistemas integrados de abastecimento de água em dez localidades. Autorizou a construção de uma escola indígena de tempo integral na Aldeia Truká Tupan. Na infraestrutura, destinou R$ 155 milhões para obras na BA-210 e R$ 7,4 milhões para ampliar o abastecimento de água. Também inaugurou a nova sede da Unidade de Policiamento da Região Nordeste (CPR-Nordeste), reforçando a segurança pública.
Os números revelam uma sequência de investimentos que transformaram Paulo Afonso em um polo regional mais estruturado. Na saúde, a criação de policlínica, UTIs e renovação de leitos ampliou o atendimento hospitalar. Na educação, reformas, construções e contratações fortaleceram escolas e universidades. Na infraestrutura, estradas, conjuntos habitacionais e sistemas de abastecimento garantiram melhorias concretas para milhares de famílias.
O Partido dos Trabalhadores consolidou sua presença na região com obras que não apenas movimentaram cifras milionárias, mas também trouxeram benefícios diretos à população. A trajetória de Wagner, Rui e Jerônimo mostra que, apesar dos desafios, Paulo Afonso recebeu investimentos que mudaram seu cenário urbano e social.



