A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Salvador reforça suas estratégias de cuidado e prevenção ao promover, neste sábado, uma grande mobilização de enfrentamento às hepatites virais no Subúrbio Ferroviário. A iniciativa integra o conjunto de ações do município voltadas à eliminação das hepatites como problema de saúde pública até 2030, ampliando o acesso da população aos serviços de prevenção, diagnóstico e tratamento.

Alinhada às diretrizes do Ministério da Saúde, que orienta a identificação de populações prioritárias com base em vulnerabilidades locais, a ação levará serviços essenciais diretamente aos territórios. As atividades ocorrerão na Praça João Martins e na USF Teotônio Vilela, em Paripe, além da UBS de Periperi, com foco no acolhimento e no cuidado integral.
Na praça, o destaque será a oferta de testagem rápida para hepatites B e C, com resultado em até 20 minutos, facilitando o diagnóstico precoce e o início oportuno do tratamento. Também serão disponibilizadas vacinas contra a hepatite B para pessoas com esquema vacinal incompleto, além da distribuição de insumos de prevenção combinada, como preservativos.
A programação inclui ainda atividades de educação em saúde, com orientações sobre higienização de alimentos e das mãos, hábitos fundamentais para a prevenção da hepatite A, além de ações voltadas à biossegurança para profissionais de salões de beleza, barbearias, estúdios de tatuagem, piercing e consultórios odontológicos. Informações sobre tratamento e autocuidado também serão oferecidas ao público.
Nas unidades de saúde participantes, a população contará com atendimentos ampliados, incluindo consultas médicas e serviços odontológicos, reforçando o compromisso da SMS com a ampliação do acesso e a promoção da saúde em todo o município.
A coordenadora de Apoio às Ações de Vigilância, Ana Leiro, destaca que levar os serviços para mais perto da população é essencial para o enfrentamento da doença. “As hepatites virais avançam, muitas vezes, de forma silenciosa, e é justamente por isso que precisamos intensificar ações com cuidado, informação e presença nos territórios. Quando esses serviços chegam mais perto das pessoas, o acesso deixa de ser um obstáculo e passa a ser uma oportunidade. É nesse encontro entre o sistema de saúde e a vida real que conseguimos, de fato, mudar o curso dessas doenças”.
Texto e fotos: Ascom SMS



